27 de nov. de 2015

O risco que corre o pau corre o machado!


Para sermos corretos necessitamos sermos justos. Mas é fato que o correto nem sempre é o justo e vice-versa. Parece simples e fácil, mas não é nem uma coisa nem outra.

Quando falo de justiça e correção me salta imediatamente a história sobre a imensa sabedoria do rei Salomão que deveria decidir entre duas mulheres, quem deveria ser a mãe de um recém-nascido.

Conhecido também por seu equilíbrio, por sua justiça e por sua correção, Salomão, depois de ouvir as razões das mulheres, disse que não seria capaz de resolver com quem estava a verdade e por isso só havia uma coisa que ele poderia fazer, mandaria cortar a criança ao meio e dar a metade para cada uma daquelas mulheres que se diziam mãe.

De acordo com a história bíblica, a criança foi entregue à mulher que se jogando aos pés do rei pediu que ele desse a criança à outra mulher, pois preferia ver o seu filho com outra mãe a vê-lo morto.

Salomão, então teria dito “Dai a esta o menino vivo e de maneira nenhuma o mateis, porque esta é sua mãe.” Disse isso porque aquela mulher havia demonstrado, com sua renúncia, o amor característico das mães, coisa que só uma mãe é capaz de fazer.

Diariamente nos deparamos com situações e dilemas que, de certa forma, transformam a nossa vida numa sucessão de escolhas. E deve-se saber que o risco é constante, tanto para o pau como para o machado! 

Em tempo: As vezes para ganhar, temos de perder, abrir mãos de algo que muito desejamos. Somente assim, em determinadas situações, é possível evitar que o pior aconteça. 

Saudações!

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