Enquanto
os “sonháticos” se reagrupam para coletar as 50 mil assinaturas restantes para
a formalização do novo partido no TSE, Marina declara que, eleita, vai
continuar no PSB para não "instrumentalizar a Presidência"; “A Rede
vai ter meu apoio sempre, mas estamos imbuídos de governar com todos os
partidos”; entre tantas idas e vindas, fica a suspeita de que a estratégia de
Marina é não causar atritos com o PSB; por enquanto; mas, se ficar na sigla
socialista, restará a constatação de que a campanha pela criação da Rede, marco
da “nova política”, nada mais era do que um elaborado artifício eleitoreiro
para chegar ao poder.
7 de set. de 2014
Ex-diretor da Petrobras cita políticos em esquema e complica a vida de candidatos
![]() |
| Para livrar a pele, Paulo Roberto Costa, em depoimento à CPI da Petrobras, negociou delação premiada com o MPF |
O ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo
Roberto Costa acusa ministros, senadores, governadores e deputados envolvidos
na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
De acordo com reportagem da revista
Veja que chegou às bancas neste final de semana, Costa - preso em março pela PF - citou em depoimentos de delação premiada nomes como os dos
presidentes da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan
Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA).
O ex-diretor acusa ainda três “governadores”, em Estados onde
a Petrobras tem investimentos: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio,
Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB),
ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no
mês passado em um acidente aéreo.
Tradição: Escola Adalgiza Emídia da Costa faz desfile cívico com dezoito alas temáticas
| A fanfarra Chico Veras, da cidade de Angicos, deu o tom a marcha cívica. |
Estudante Valéria, do 6º ano,
com o estandarte da escola. |
A
1ª ala mostrou a simbologia de um livro, Adalgiza te quero lendo e
escrevendo.
A
2ª ala com o tema além de bola, boneca e pião, livro e imaginação, fruto de um
projeto indicado pela professora Josélia Coringa.
A 3ª ala traduziu um clássico da
literatura: A bela adormecida.
Na
4ª ala sobre a Branca de Neve, representada pelo 2º ano, da professora Daluz.
Na
5ª ala mostrou lindamente “A
reunião das letras”, sob a responsabilidade da professora do 3º ano Gilzineide.
Como
a matemática não poderia faltar a 6ª alamostrou “A tabuada cantada”,
com a turma do 5º ano sob orientação do professor Edson Cândido.
Na
7ª ala a frase: “Através da leitura de bons livros uma nova porta se abre
para o futuro”.
A
8ª ala maravilhosamente linda resgatou
O CIRCO, uma arte que atravessa a barreira do tempo e se mantém viva. O Arinaldo Sales caprichou com sua
turma do 4º ano.
A
ala seguinte o PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO, através de mais uma simbologia do livro.
A
18ª ala contou com a participação dos alunos da Escola Alcides Wanderley, do
ensino médio.
Parabéns a comunidade
escolar. Fotos: Falando de Saberes.
6 de set. de 2014
Jovens da Igreja Batista Regular de Assu evangelizam na Praça de Carnaubais
Um
grupo de jovens integrados ao projeto JOBE, da Igreja Batista Regular da cidade
de Assú, com a participação de irmãos de Santana do Matos e Ipanguaçu, realizou
em Carnaubais um culto evangelístico, com encenação de uma peça “mãos vazias” e
a pregação do pastor Anderson, que usou o tema: Quem é Jesus para você?.
Na Feira de Assú, George Soares explica por que merece continuar na Assembleia Legislativa
A
feira do Assú, no Centro da cidade, parou para receber o deputado estadual
George Soares e a candidata a deputada federal, Dr. Zenaide Maia, a dobradinha
do Partido da República. Diante dos feirantes e comerciantes do Mercado
Central, George e Zenaide saíram de barraca em barraca sendo recepcionados com
grande aceitação e animação por parte dos munícipes que estavam no local. Após
muitos abraços e votos de confiança, seguiram para o palanque em carro
aberto.
Em seu discurso firme, George falou que tem serviço prestado como
filho da terra.
"Produzimos
20 mil informativos que traz a prestação de conta de todo o trabalho realizado
em apenas 3 anos e meio de mandato. Nesse material, conscientizamos a população
das reformas das escolas JK e do CAIC, da nova ambulância semi UTI junto a
reforma do Hospital Regional, da emenda de 30 mil a APAE, a reforma do
Edgarzão, as viaturas da PM e muito mais. Enquanto isso, tem muito candidato
que há 24 anos está no poder e nunca colocou um paralelepípedo nas ruas de Assú
e ainda diz que fez por essa cidade quando na verdade, só aparecem de 4 em 4
anos atrás de voto. Trabalho que é bom, nada. Por isso, peço que a população
zele por essa cadeira na Assembleia para seguirmos representando nosso povo e
trazendo benefícios para a região. " Discursou o
deputado.
CN Publicidade e Eduarte Designer comemoram seu 1º ano de empreendedorismo em Carnaubais
Parabenizo os sócios-irmãos Chagas Neto e Dudu Sila, proprietários da CN Publicidade e Eduarte Designer pelo espírito empreendedor consolidado neste primeiro ano de serviços prestados a população de Carnaubais. Para comemorar o sucesso das atividades comerciais.os proprietários organizaram um Pit Stop realizado nesta sábado no centro da cidade. O evento foi transmitido ao vivo pela FM Líder 104,9 e houve sorteios de brindes e confraternização com coffe break. - Fotos: Adílio Lacerda.
Marina Silva usou codinome e se afastou da igreja para militar contra ditadura
![]() |
Marina
nos anos 80, liderando seringueiros
contra derrubadas de árvores em Xapuri -AC.
|
Após
desistir do sonho de infância de ser freira e antes de se converter à igreja
evangélica Assembleia de Deus, Marina Silva experimentou um período de
radicalismo político.
Foi
nos primeiros anos da década de 1980, quando militava na organização
clandestina Partido Revolucionário Comunista (PRC).
Apesar de adotar o codinome Sara, de origem bíblica, na luta contra a ditadura militar, Marina se distanciou na época da Igreja Católica.
"Acho que teve esse rompimento com a estrutura da igreja. Mas, com Deus, eu não sei. Depois, ela já começou a se incorporar de novo e, antes de virar evangélica, ficou bastante religiosa", diz Júlia Feitosa, que era companheira inseparável de Marina.
Apesar de adotar o codinome Sara, de origem bíblica, na luta contra a ditadura militar, Marina se distanciou na época da Igreja Católica.
"Acho que teve esse rompimento com a estrutura da igreja. Mas, com Deus, eu não sei. Depois, ela já começou a se incorporar de novo e, antes de virar evangélica, ficou bastante religiosa", diz Júlia Feitosa, que era companheira inseparável de Marina.
A entrada de Marina Silva na organização, que na esfera nacional contava com o ex-deputado José Genoino, ocorreu em 1979, enquanto participava do conjunto experimental de teatro Grupo Semente, conforme a biografia autorizada "Marina: a Vida por uma Causa", de Marília de Camargo César.
Marina não tinha vocação para atriz – seu primeiro papel foi interpretar um cacto parado. Mas o grupo serviu para que a ex-seringueira, alfabetizada aos 16 anos, tivesse contato com obras de Bertolt Brecht e Lênin.
O
passo seguinte foi se unir ao PRC junto com seus melhores amigos da época:
Binho Marques, futuro governador do Acre (2007-2011), e Feitosa, hoje assessora
da Secretaria de Articulação Institucional do governo estadual e fervorosa
militante petista.
"O PRC era uma estratégia para estar em vários lugares e avançar no que a gente imaginava que ia fazer, a revolução armada no Brasil. A gente sonhava alto", relata Feitosa.
"O Chico Mendes [assassinado em 1988] era do PRC. E a gente acompanhava a luta. Mas nunca tivemos armas, nunca fizemos treinamento de guerrilha, nunca fomos detidos", lembra Feitosa.
Com a redemocratização em curso, o PRC aos poucos deixou o ideal revolucionário para virar uma tendência de esquerda do PT, para o qual Marina se filiou em 1985.
"Fazíamos reuniões dentro da célula para decidir como votar no PT. A gente atuava dentro do PT, fazia a política do PT. Mas éramos minoria dentro do PT", diz o advogado Gomercindo Rodrigues, que pertencia à célula de Chico Mendes, em Xapuri (AC).
O que há em comum entre a Marina revolucionária e a candidata a presidente?
"O PRC era uma estratégia para estar em vários lugares e avançar no que a gente imaginava que ia fazer, a revolução armada no Brasil. A gente sonhava alto", relata Feitosa.
"O Chico Mendes [assassinado em 1988] era do PRC. E a gente acompanhava a luta. Mas nunca tivemos armas, nunca fizemos treinamento de guerrilha, nunca fomos detidos", lembra Feitosa.
Com a redemocratização em curso, o PRC aos poucos deixou o ideal revolucionário para virar uma tendência de esquerda do PT, para o qual Marina se filiou em 1985.
"Fazíamos reuniões dentro da célula para decidir como votar no PT. A gente atuava dentro do PT, fazia a política do PT. Mas éramos minoria dentro do PT", diz o advogado Gomercindo Rodrigues, que pertencia à célula de Chico Mendes, em Xapuri (AC).
O que há em comum entre a Marina revolucionária e a candidata a presidente?
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