Por Francisco Antonio, blogueiro
Após nossa conversa na terça-feira 5,
dirigi algumas perguntas ao chefe do executivo municipal, Junior Benevides, e o
mesmo aproveitou a ocasião e falou sobre os desafios que enfrentou, os medos,
as dificuldades que vieram pelo percurso, a eleição e os projetos e metas que
têm para este novo ano que se inicia. Veja as perguntas e repostas do prefeito
Junior Benevides.
BLOG: Como foi
a transição da condição de presidente da Câmara a prefeito?
PREFEITO: Posso dizer que
tudo foi inesperado, surpresa. Fui agraciado com o mais nobre de todos os
deveres, o de conduzir os destinos do meu povo. Sofri como qualquer um os medos
e os receios, pois eu estava presidente da Câmara e de repente tornei-me
prefeito interino e depois prefeito eleito. Não me faltou coragem e tão pouco o
apoio do povo e do meu grupo e as bençãos de Deus.
BLOG: o Senhor assumiu um novo
governo ou a continuidade do iniciado em 2013?
PREFEITO: Posso dizer que
assumi um mandato dando continuidade aos projetos da campanha de 2012. Alguns
ajustes foram feitos em consenso com o grupo por um todo. Tivemos que manter o
foco no projeto de campanha, avançamos em outros pontos, outros ainda não
realizamos, mas não descaracterizamos o mandato do PSB iniciado pelo
ex-prefeito Luizinho, apenas readequamos o necessário,
mas mantivéssemos as propostas feitas pelo povo, e estamos mesmo com
dificuldades pela questão econômica nacional e mundial, priorizando, avançando,
mas também recuando com responsabilidade para não deixarmos dimensões do
governo e de suas ações descobertas.
BLOG: Qual ou
quais os maiores desafios enfrentado até o momento?
Prefeito: Sem dúvidas a
redução dos repasses e a falta de parceria por parte do governo do estado, uma
vez que desde o governo de Rosalba até o presente não temos recebido por parte
do governo nenhum investimento ou parceria. Depois, a redução dos repasses
federal e estadual. Tudo é feito com recursos próprios, pisando no freio,
reduzindo gastos e estabelecendo metas para mantermos os serviços básicos e
despesas fixas em dias, como o pagamento de servidores e fornecedores. O
sequestro dos recursos em relação aos precatórios foi um golpe no governo, dado
que quase meio milhão que seria investido em obras e outras ações foi
sequestrado por parte do judiciário. Isso mudou os projetos e tivermos que
readequar o planejamento.






