10 de jan. de 2025

Maduro deve tomar posse e incrustar ditadura na Venezuela

 

Maduro, 62 anos, assumiu o poder em 2013 após a morte de Hugo Chávez. O ex-motorista de ônibus e -ex-chanceler aprofundou a guinada autoritária iniciada nos últimos anos da era Chávez e impulsionou a repressão. Agora, pode permanecer até pelo menos 2031 no poder.

Um artigo de opinião num dos poucos meios digitais que ainda sobrevive no asfixiante ambiente para a imprensa em Caracas, resume assim o clima para esta sexta-feira (10), o dia da posse de Nicolás Maduro: “Algo acontecerá na Venezuela. Ou pode ser que não aconteça muita coisa.”

Parece irônico, mas não é. Demonstrações de apoio militar dadas pelo regime e, por outro lado, afirmações da oposição de que enviará o exilado Edmundo González para ser empossado criaram um ambiente de grande expectativa de que muito, ou nada, pode acontecer.

Não há pistas de como González faria para entrar em um país com altos controles de segurança e que tem afirmado, repetidamente, que o prenderá. Ele está hoje na República Dominicana, de onde afirma que partirá junto com outros ex-presidentes da região rumo à Venezuela.

A cerimônia ocorrerá ao meio-dia (13h horário de Brasília).

LINHA DO TEMPO DAS ELEIÇÕES NA VENEZUELA

Outubro de 2023

Ditadura e oposição assinam Acordo de Barbados se comprometendo a realizar eleições competitivas e com monitoramento internacional

Janeiro de 2024

O Supremo do país valida a inabilitação da principal líder opositora María Corina Machado, que no ano anterior havia ganhado as primárias da oposição para representar o setor nas eleições

Março de 2024

Com muito atraso, órgão eleitoral do país anuncia eleições para 28 de julho; dias depois, a oposição denuncia ter sido impedida de registrar a candidata Corina Yoris, que concorreria no lugar de María Corina

Abril de 2024

Edmundo González é anunciado como candidato da oposição

Maio de 2024

Regime cancela o convite para que observadores da União Europeia; única organização de peso restante para monitoramento é o Centro Carter, dos EUA

Julho de 2024

País vai às urnas no dia 28; órgão eleitoral não divulga atas da votação, algo de praxe, e diz que Maduro venceu com 52% dos votos; oposição recolhe atas com testemunhas de mesa e diz que González foi o vencedor, com mais de 60%; Centro Carter diz que eleição não foi livre

Agosto de 2024

Como esperado, o Tribunal Supremo de Justiça, a máxima corte do país, chancela a contestada reeleição do ditador; Brasil, Colômbia e México iniciam tratativas para tentar promover diálogo entre oposição e regime, mas os planos fracassam

Setembro de 2024

Edmundo González se exila em Madri, e María Corina Machado passa a estar clandestina

Janeiro de 2025

González sai da Europa e inicia um giro pelas Américas que inclui, nesta ordem, Argentina, Uruguai, EUA, Panamá e República Dominicana; ele e Maduro prometem tomar posse hoje.

Flávio Dino peita o congresso

E o 2025 se inicia com o STF e os comandos da Câmara e do Senado em pé de guerra por causa das emendas parlamentares. Uma guerra iniciada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, um magistrado que conhece bem os caminhos e os descaminhos das emendas dos mandatos que exerceu nas duas Casas. O enfrentamento de Dino ao parlamento, vetando a liberação de mais de R$ 4 bilhões em emendas, vem sendo interpretada como uma ação em comum acordo com o presidente Lula que o indicou para o STF. 

De olho em 2026

A guerra entre o Judiciário e o Legislativo ganhou, nos últimos dias, um novo componente que para muitos explica a trava na liberação dos recursos.  No mundo político o que se diz é que o ministro Flávio Dino já está em plena campanha para 2026, em caso de Lula não se candidatar, ou para 2030, caso o presidente tente a reeleição, com o representante da esquerda, tão carente de lideranças sérias e viáveis. 

Se projetando 

Flávio Dino, comenta-se a boca pequena no meio político, está se escorando num fato real e grave, que é o descontrole no uso das emendas, para se posicionar como um combatente implacável da corrupção que, não é de hoje, grassa no país. Seja qual for a motivação que impulsiona o ministro Dino, a realidade é que o país precisa de transparência nos gastos públicos. 

Uma coisa é certa

Não é possível liberar recursos sem o máximo de controle de sua aplicação que deve ser também quanto a necessidade. Não é possível permitir que num momento em que faltam recursos para a saúde, sejam liberados milhões – bilhões talvez- para financiamento de shows e espetáculos pirotécnicos e de luzes, como tem acontecido. Não é possível também que se faça a liberação sem rigoroso controle na aplicação.

Vamos ser sinceros 

Emendas parlamentares não podem ser secretas. É preciso resolver logo este impasse para que o Parlamento, com “raivinha”, paralise o país deixando de votar as reformas necessárias. Que o controle das emendas parlamentares no âmbito do Congresso seja estendido às Assembleias e Câmaras Municipais.  VB


O sarrafo tá aumentando, as responsabilidades também

Dr. Gleudinho tem consciência sobre as expectativas em cima de sua gestão que promete ser extraordinária.


Ser prefeito é um desafio diário. Após uma árdua luta pra chegar ao posto mais alto da cidade, a responsabilidade aumenta ao sentar na disputada cadeira.

A Carnaubais do presente que já superou os mais diversos desafios no passado inicia um novo momento rumo ao futuro. 

O sarrafo aumenta cada vez mais e Dr. Gleudinho, confiante, demonstra está a altura da missão dada pelo bravo povo carnaubaense.

Com seu time de secretários e servidores, o alcaide até aqui foi feito o mais urgente e necessário Continuará trabalhando muito, todos os dias da semana com coragem  e determinação .

Podemos confiar, o extraordinário está apenas começando! 


Em tempo – O sarrafo, para quem não sabe, é aquela barra que os atletas de salto em altura tem que superar para voar mais alto rumo a vitória. 

Prefeito Kênio acompanha pavimentação de rua em Serra do Mel

O prefeito de Serra do Mel, Kênio Azevedo, acompanhou mais uma obra de pavimentação no município, junto ao secretário de Infraestrutura, Iranilson Lopes. 

A visita reforça o compromisso da gestão com melhorias urbanas e a qualidade de vida dos moradores.

A obra faz parte do cronograma de desenvolvimento urbano, priorizando mobilidade, segurança viária e valorização dos bairros.


“Nosso objetivo é garantir ruas pavimentadas, oferecendo mais mobilidade e dignidade”, afirmou o prefeito.



9 de jan. de 2025

Justiça Eleitoral do RN determina cassação de prefeito e vice

A Justiça Eleitoral do RN determinou nesta quinta-feira (09/01) a cassação dos mandatos do prefeito e da vice-prefeita do município de Francisco Dantas, na região oeste potiguar.

A decisão judicial é do juiz Edilson Chaves de Freitas, da 40ª Zona Eleitoral de Pau dos Ferros, que também determinou a inelegibilidade dos representados pelo prazo de 08(oito) anos.

O prefeito José Adolfo da Silveira Neto(Podemos) e sua vice Lizandra Maria Correia de Oliveira(MDB) foram denunciados por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral(AIJE) foi movida pela Federação Brasil da Esperança e pelo ex-candidato a prefeito Jairo José Campos da Costa(PT).

A decisão é de primeira instância e cabe recurso.

EM TEMPO

Nas eleições de 2024, o prefeito José Adolfo foi reeleito com 1.398 votos, o equivalente a 55,41 % dos votos válidos. Ele derrotou o candidato Jairo Campos(PT), que ficou em segundo lugar com 1.125 votos(44,59 %). Uma diferença de 273 votos.


Pesquisa Difusora/Agora Sei aponta 89,5% de aprovação para Allyson em Mossoró

A Rádio Difusora de Mossoró divulgou, no programa Mais Política desta quinta-feira, 9 de janeiro, uma pesquisa de opinião pública realizada em parceria com o Instituto Agora Sei, avaliando o desempenho das administrações municipal, estadual e federal.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, obteve um índice expressivo de aprovação: 89,5% consideram sua gestão boa ou ótima, enquanto 7,1% desaprovam e 3,4% não souberam ou não responderam.

Quando avaliados os níveis de satisfação geral com a administração municipal, 36,9% classificam sua gestão como ótima, 43,4% como boa, 12,4% como regular, 2,6% como ruim, 3,0% como péssima e 1,7% não souberam ou não responderam.

Sobre a expectativa para os próximos quatro anos, 76,9% acreditam que sua nova gestão será ótima, 17,2% consideram que será regular, 1,9% esperam que seja ruim ou péssima, e 4,0% não souberam ou não responderam.

Com valor menor, prefeituras recebem R$ 7 bilhões no 1º FPM de janeiro

O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), normalmente, representa quase metade da soma das três parcelas do mês, e o decêndio inicial de janeiro e inaugural de 2025 será de R$ 7.062.506.981,01 – menor que 2024.

O montante enviado aos cofres públicos municipais, ao longo desta sexta-feira, 10, fica no valor de R$ 5.650.005.584,81 por conta da retenção do Fundeb.

A primeira transferência do fundo será 4,19% menor, comparado com os R$ 7,371 bilhões destinados aos governo locais, no mesmo período de 2024.

Diante dos desafios do primeiro ano de mandato do poder municipal, das incertezas fiscais e dividas, recomenda muito planejamento na aplicação dos recursos.


Mulher morre após ser atropelada por carreta em Mossoró

Uma mulher morreu em um grave acidente de trânsito registrado na tarde desta terça-feira (27), no cruzamento das ruas Juvenal Lamartine e De...