18 de jan. de 2015
Ministério da Saúde amplia Mais Médicos em trinta e duas cidades do Rio Grande do Norte
O
Ministério da Saúde vai expandir o Programa Mais Médicos para assegurar
profissionais em municípios com dificuldade de contração na Atenção Básica. O
novo edital abre uma nova oportunidade para 1.500 prefeituras e garante a
incorporação de 100% das vagas do Programa de Valorização do Profissional da
Atenção Básica (Provab).
No
Rio Grande do Norte, são 32 municípios beneficiados: Alto do Rodrigues, Antônio
Martins, Apodi, Areia Branca, Baía Formosa, Canguaretama, Coronel Ezequiel,
Currais Novos, Ipanguaçu, José da Penha, Major Sales, Maxaranguape, Messias
Targino, Natal, Olho-d'Água do Borges, Paraná, Paraú, Poço Branco, Pureza,
Rafael Godeiro, Santa Cruz, Santo Antônio, São Bento do Trairí, São Francisco
do Oeste, São João do Sabugi, São José de Mipibu, São Miguel do Gostoso, Serra
do Mel, Severiano Melo e Tangará.
Brasil perde 7,3% do PIB anualmente com consumo excessivo de bebidas alcoólicas
De
gole em gole, o Brasil se embriaga e se afunda em uma ressaca que tem durado
mais do que a manhã de segunda-feira.
Por
ano, com base em estatísticas oficiais e pesquisas científicas, estima-se que o
país perca 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em decorrência de problemas
relacionados ao álcool.
Considerando
o PIB de R$ 5,1 trilhões, o custo do uso abusivo de bebida alcoólica atingiu,
em 2014, algo como R$ 372 bilhões.
Os prejuízos para a economia são gritantes.
Os prejuízos para a economia são gritantes.
Começam
por acidentes de trânsito provocados por motoristas bêbados, que tiram a vida
de milhares de brasileiros em plena idade produtiva, e passam por tratamentos
caríssimos bancados com recursos públicos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Nos
últimos quatro anos, o SUS contabilizou 313 mil internações por alcoolismo, ao
custo anual de R$ 249,3 milhões.
O
alcoolismo atinge pelo menos 15% da população brasileira. É considerado uma
doença incurável, embora possa ser controlada.
No mundo, o mata cerca de 3,3
milhões de pessoas por ano, mais do que a Aids, a violência e a tuberculose,
segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Pela terceira vez, regras para criação de novos municípios voltam ao debate no Senado
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Depois de passar pela CCJ, a matéria segue para o Plenário. Se aprovada, será examinada pela Câmara dos Deputados. |
O
senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentou, no fim do ano passado, proposta que
recupera quase que integralmente o teor de projeto vetado pela presidente Dilma
Rousseff em agosto.
O
PLS 353/2014, pronto para entrar em pauta na Comissão de Constituição, Justiça
e Cidadania (CCJ), traz critérios de viabilidade, exigências de população
mínima e regras para a apresentação da proposta de fusão ou desmembramento às
assembleias estaduais e para a consulta à população por meio de plebiscito.
Dilma
Rousseff já vetou dois projetos sobre o tema aprovados pelo Congresso: o PLS
98/2002, enviado à sanção em outubro de 2013, e o PLS 104/2014, enviado em
agosto.
Ambos
foram apresentados originalmente pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Nas
duas ocasiões, a Presidência alegou temer crescimento exagerado no número de
municípios, com impacto financeiro tanto para as novas unidades quanto para as
já existentes, além dos estados.
Os
dois vetos foram mantidos pelo Congresso Nacional.
Projeto no Senado prevê que Internet de banda larga poderá ser considerada serviço essencial
O
acesso à internet em banda larga poderá ser considerado serviço essencial,
passando a União a assegurar sua existência, universalização e continuidade.
Esse é o objetivo do Projeto de Lei do Senado (PLS) 431/2014,
em tramitação na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e
Informática.
Do senador Anibal Diniz (PT-AC), o projeto também estabelece
a prestação do serviço na forma de regime público, o que significa que a União
passa a ser uma espécie de garantidora do serviço.
Com código antidoping mais rígido, Brasil quer testar todos seus atletas olímpicos em 2015
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A
velocista brasileira Vanda Gomes
recentemente foi vítima do forte
controle
antidopagem.
|
Sanções
mais rigorosas, com a duplicação do tempo de suspensão da pena, e a previsão de
punir não apenas os atletas, mas também médicos e treinadores envolvidos nos
casos de doping, são algumas das novidades do novo código da Agência Mundial
Antidopagem (Wada, na sigla em inglês), que entrou em vigor no começo deste ano
e que servirá como legislação para as Olimpíadas do Rio, em agosto do ano que
vem.
No
Brasil, o plano das autoridades que cuidam do controle de doping é submeter a
testes, ainda em 2015, todos os atletas que defenderão a bandeira nacional nos
Jogos.
A
última versão do código da Wada era de 2009. A de 2015 elevou de dois para
quatro anos (um ciclo olímpico completo) a pena-base para atletas flagrados
usando substâncias proibidas.
Nas
Olimpíadas, a previsão é que sejam feitos 5 mil testes em duas semanas, com o
resultado saindo em 24 horas.
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