1 de jul. de 2014

Excesso de jumentos e consumo de sua carne no RN viram polêmica em Brasília

Jumentos podem virar comida para presos.


  
A Câmara dos Deputados vai discutir, nesta terça-feira, projeto que regulariza o consumo da carne de jumento. Abandonados nas zonas rurais do Rio Grande do Norte, os animais agora podem ser incluídos no cardápio das refeições dos presídios e das escolas do estado.

Se antes os jumentos serviam para levar cargas pesadas de um local para o outro, agora são apenas obstáculos para meios de transporte modernos, e causam acidentes nas estradas.

Só em 2013, a Polícia Rodoviária Federal do estado aprendeu 1.357 animais de grande porte e, neste ano, o número passa de 600.

Em março deste ano, o promotor de justiça Sílvio Brito realizou dois almoços com vários pratos que levavam carne de jumento entre os ingredientes. A intenção era romper a barreira cultural que dificulta o uso culinário da carne do animal.

Em tempo: A iniciativa do promotor incomodou ambientalistas, advogados e políticos. Para a OAB do RN, que estará presente na audiência da capital federal, o problema mais grave é a forma como são realizados os abates.

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