30 de jun. de 2014

À beira de um ataque de nervos: Choro e descontrole mostram tensão da seleção


A obsessão de todo um país pela conquista da Copa em casa contaminou os encarregados da missão em campo. O funil da competição se aperta, as partidas ganham em drama, a pressão se acentua — e a seleção brasileira parece à beira de um ataque de nervos.

As circunstâncias do jogo contra o Chile, decidido na tortura dos pênaltis, evidenciaram uma tensão imensa dos jogadores.

A “pilha” está pegando em mais gente — aí incluída a estrela da companhia. Neymar confessou, após a partida contra o Chile, que, quando caminhou para bater seu pênalti, o gol parecia se afastar.

O próprio goleiro Júlio César, herói da classificação, assustou o país inteiro ao ser flagrado pelas câmeras em lágrimas, antes da disputa de pênaltis.

O sensível camisa 12, na verdade, lembrou-se do que passou desde a falha contra a Holanda, no jogo da eliminação na Copa da África do Sul, quatro anos atrás.

O próprio Felipão experimentou discurso inédito em sua carreira de motivador, ao lembrar que “com vitória ou derrota a vida segue”. Pode ser. Mas com tranquilidade é muito melhor.

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