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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Collor relembra impeachment de 1992 e faz críticas a Dilma, mas não revela voto


A manifestação do ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL) na sessão que votará a admissibilidade do impeachment de Dilma Roussff mereceu raros minutos de atenção e silêncio no plenário esvaziado do Senado.

Collor recordou a própria experiência de afastamento do cargo, em 1992, e fez um desabafo, reclamando da diferença de tratamento em comparação com Dilma.

– “O rito é o mesmo, mas o ritmo e o rigor, não. Em 1992, fui instado a renunciar na suposição de que as acusações contra mim fossem verdadeiras. Dois anos depois, fui absolvido no Supremo Tribunal Federal. Portanto, dito pela mais alta corte do país, não houve crime. Mesmo assim, perdi meu mandato e não houve qualquer tipo de reparação” – disse.

O acerto de contas com o passado foi o principal tema do discurso de Collor. O senador lembrou de diversos momentos do processo que resultou na sua renúncia há 24 anos.
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