Atacar
ao invés de propor. O uso da baixaria em campanhas políticas pode ter dado
resultados num passado recente, mas tem sido cada vez mais rejeitado pelos
eleitores.
A
reportagem do Jornal de Hoje ouviu representantes de setores importantes, como
turismo e cultura, que são unânimes ao afirmar: a população espera ouvir
propostas dos candidatos e não ataques baseados em vagas denúncias.
Para
o presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira/RN, Habib Chalita,
a baixaria será rejeitada pelo eleitor potiguar e por isso os candidatos devem
se concentrar em apresentar propostas viáveis para resolver os problemas do
Estado.
-- “Cada vez mais a nossa política precisa de propostas. Propostas com
números e que mostram gestão de resultados. É isso que o Rio Grande do Norte
cada vez mais está precisando”, diz.
O
presidente da Fundação Capitania das Artes, Dácio Galvão, aposta que a
relevância dos ataques pessoais em campanhas políticas é algo do passado.
-- “O jogo sujo e a baixaria já não atrai o voto. O que o eleitor quer é
o debate, o debate público no campo das ideias”, explica Dácio Galvão.
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