
A
presença do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é avaliada por
especialistas como um esforço norte-americano para conquistar apoio à ação
armada na Síria. Porém, durante os debates, Obama esbarrará em críticas e
resistências da Rússia e China, países aliados da Síria e contrários à
intervenção.
Os
norte-americanos dizem que têm provas da utilização de gás sarin pelas forças
ligadas ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad. Já
o governo da Rússia exige provas por parte dos inspetores das Nações Unidas e
do Conselho de Segurança sobre o uso do gás na região.
*Com informações da agência pública de notícias de
Portugal, Lusa