26 de out. de 2018
Agora é tudo ou nada!
A experiência brasileira tem mostrado que
viradas no segundo turno das eleições presidenciais são pouco prováveis.
Nos sete pleitos concluídos desde a volta
da democracia, o primeiro colocado na primeira rodada chegou ao Planalto.
Não houve, além disso, grandes variações
nas pesquisas de intenção de voto nessa fase das disputas.
Na mais apertada delas, em 2014, o tucano
Aécio Neves superava numericamente Dilma Rousseff no primeiro levantamento, por
51% a 49% (sem contar brancos, nulos e indecisos), mas acabou derrotado por
51,6% a 48,4%.
É novidade, portanto, o movimento
constatado nas preferências do eleitorado nacional desde a
semana passada.
Bolsonaro continua na frente, mas diferença diminuiu, segundo a Datafolha
O Instituto Datafolha divulgou nova
pesquisa de intenção de voto para presidente da República.
O candidato Jair Bolsonaro (PSL) continua
à frente, mas a diferença diminuiu.
Entre os votos válidos (excluindo brancos,
nulos e as pessoas que se manifestaram indecisas), o presidenciável ficou com
56% das intenções, contra 44% de Fernando Haddad (PT). No levantamento
anterior, realizado no dia 18 de outubro, o ex-capitão
do Exército havia registrado 59% e o ex-prefeito de São Paulo, 41% dos votos
válidos.
Há uma semana, a medição das intenções de
votos totais registrou 50% para o candidato do PSL, 35% para o concorrente do
PT, 10% brancos ou nulos e 5% indecisos.
Reta final: Fiern divulga segunda pesquisa sobre o 2º Turno no sábado, véspera das eleições
A Federação das Indústrias (FIERN)
divulgará sábado, dia 27 de outubro, a segunda pesquisa de opinião sobre o
Segundo Turno das eleições para o governo do Estado, entre o ex-prefeito de
Natal, Carlos Eduardo, e a senadora Fátima Bezerra; e para a presidência da
República, entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro.
As pesquisas são exclusivas e contratadas
junto ao Instituto Certus. A primeira foi divulgada no dia 15 de outubro.
Da mesma forma que a primeira, a segunda
pesquisa será veiculada no Twitter da FIERN das 7 horas às 9 horas e estará na
íntegra no portal da instituição às 9 horas.
A segunda pesquisa sobre o segundo turno
das eleições está registrada no TSE com os números:
nº BR-05145/2018
RN-04070/2018
Empresa reclama dívida de R$ 1,9 milhão e ameaça suspender tornozeleiras eletrônicas
O uso de tornozeleiras eletrônicas em
detentos do sistema penitenciário do RN poderá ser comprometido nos próximos
dias. É que a empresa responsável pelo monitoramento dos equipamentos no estado
poderá suspender o serviço.
A informação é de que o impasse entre a
empresa e o Governo do RN gira em torno de falta de pagamento.
Através de e-mail encaminhado na quarta-feira
(24), a empresa responsável informou que notificou a Secretaria de Estado da
Justiça e da Cidadania (SEJUC) que a partir da próxima quarta-feira (31) “vai
bloquear o acesso ao monitoramento de sentenciados para os agentes
penitenciários por atraso no pagamento, conforme previsto no contrato”.
Segundo a assessoria da Spacecom, os
débitos em atraso da Sejuc com a empresa somam R$ 1,9 milhão, referentes aos
serviços já prestados e aprovados desde janeiro deste ano, quando os pagamentos
foram interrompidos.
25 de out. de 2018
A eleição aos 40 do 2º tempo
A situação da candidatura presidencial de
Fernando Haddad (PT) parece a de um time que está perdendo de 2 a 0, aos 40
minutos do segundo tempo, e tem um homem a menos.
Na teoria, ainda seria possível virar o
jogo. Mas a torcida já está saindo do estádio.
Na mais recente pesquisa do Datafolha,
Jair Bolsonaro (PSL) mantém boa dianteira das intenções de voto...
Domingo será o apito final!
Que Tribunal é esse que não pode julgar um deputado estadual?', questiona Luiz Fux, do STF
-- "Que Tribunal é esse que não pode
julgar um deputado estadual? Por que não pode julgar?".
Os questionamentos do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux foram feitos após o Tribunal de Justiça do RN enviar um processo para o STF porque 8 dos 15 desembargadores do TJRN alegaram suspeição para julgá-lo.
Os questionamentos do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux foram feitos após o Tribunal de Justiça do RN enviar um processo para o STF porque 8 dos 15 desembargadores do TJRN alegaram suspeição para julgá-lo.
--"Está todo muito impedido por
quê?", completou Fux.
As frases foram ditas na última
terça-feira (23) durante audiência da 1ª Turma do STF que analisou o processo
que tornou réu o deputado estadual do RN Ricardo Motta (PSB) em uma ação que
apura o desvio de R$ 19 milhões do Idema. Fux é o relator do processo.
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