Marcas do que se foi... Sonhos que vamos ter...
1 de jan. de 2014
31 de dez. de 2013
Opinião: Guamaré está preparada para avançar
Guamaré
vai terminar o ano de 2013 com um novo modelo de gestão. Um modelo de gestão
que valoriza as pessoas, o social, a cultura e demais seguimento que fortalecem
a base de uma comunidade, de um município, de um povo.
Falta
ainda melhorar? Sim, falta. Temos muito pra avançar na área de segurança,
geração de emprego, habitação e outros pontos que são fundamentais para o
sucesso de uma gestão e de melhoria para a comunidade.
O
bom é, que tudo isso está sendo tratado como deve, de forma planejada,
construindo alicerces fortes, para que no ano vindouro possamos realizar o tão
esperado desenvolvimento de Guamaré.
Marcos
Fonseca, do Ponto Critico.
Prefeito Hélio e família desejam Feliz Ano Novo
No
despertar do Ano Novo que está para se iniciar relembramos tudo o que
transcorreu no ano que está findando e refletimos a cerca dos novos
desafios e das novas lutas que teremos em 2014.
2013
foi um ano de começo, dificuldades, mas também foi um ano de trabalho com foco
no planejamento de projetos e ações que estão trazendo benefícios para toda
população de Guamaré.
Nesse
momento, queremos agradecer a todos pela confiança em nós depositada.Que o NOVO ANO seja repleto de grandes realizações para todos nós.
São
os sinceros votos do Prefeito Hélio e família!
Prefeito Abelardo Filho paga salário extra de R$ 950 aos 27 Agentes de Saúde do município
Alto do Rodrigues - Ano novo e de "bolso
cheio". Assim passarão os 27 Agentes Comunitários de Saúde do município
que receberam em suas contas bancárias o valor de R$ 950 como incentivo (uma
espécie de salário extra).
De acordo com a Portaria 1.599 de 09 de julho de
2011, os Agentes Comunitários de Saúde de todo o Brasil tem direito de receber
uma vez por ano o Incentivo Adicional aos Agentes, parcela que ficou conhecida
como o 14º salário.
A medida, além de incentivar os agentes
comunitários de saúde, esse repasse de recursos reforça o compromisso e o
respeito que a administração "Construindo Um Novo Tempo" tem para com
a categoria.
Fonte: AltoNoticias10
Fonte: AltoNoticias10
Foi em defesa de Avôhai, que filho matou pai
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| Crime que chocou a cidade de Pendências e região merece uma reflexão sobre o real valor da família. |
O adolescente de iniciais L.C.S, 16 anos, movido por forte emoção, matou o pai biológico (a quem L.C.S chamava de tio) em defesa dos avós paternos, que o criaram como filho desde o seu nascimento.
Segundo
a vizinhança, o pai biológico (falecido) tinha o hábito de beber nos finais de
semana e espancar os próprios pais, os quais são avós paternos e pais de
criação do referido menor.
Em
tempo: De acordo com seu Damião, avô e pai (avôhai), o menor não dispõe nem de
registro de nascimento. Aos olhos da lei, esse jovem existe? Com a palavra, os
doutos no Direito.
O
Blog do GTO de Macau fez o seguinte comentário...
“Pra
defender quem você ama, o que você é capaz de fazer? Essa pergunta com toda a
certeza pela maioria das pessoas será respondida rapidamente; foi o que esse
jovem fez, na realidade o adolescente ficou no local do crime até a chegada da
policia, onde aparentemente se arrependeu, segundo os policiais que atenderam a
ocorrência, o menor tentou estancar o sangramento causado pelas cutiladas".
Em tempo: Nada justifica tirar a vida de nosso semelhante, principalmente de um pai!
Em tempo: Nada justifica tirar a vida de nosso semelhante, principalmente de um pai!
Desembargador e empresário que saiu em defesa de garçom de padaria enviam nota a imprensa
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Dilermano Mota afirma que foi ameaçado pelo cliente da padaria
|
NOTA DO DESEMBARGADOR DILERMANDO
MOTA
Em
respeito à opinião pública, venho esclarecer o que de fato aconteceu nas
dependências da padaria Mercatto, em data de ontem (29), que ocasionou uma
série de comentários nas redes sociais, alguns desmedidos e distanciados da
realidade.
A
verdade é que, um simples e moderado pedido de esclarecimentos de um cliente a
um garçom, que já havia sido solucionado, gerou uma reação de um terceiro com
ameaças, gritos e total desrespeito ao público presente.
Não
houve abuso de autoridade como o propagado, mas somente uma atitude de defesa
pessoal e da família presente, inclusive uma filha menor de dois anos de idade.
Sem
nenhum propósito revanchista, as medidas judiciais cabíveis serão adotadas.
Dilermando
Mota
Desembargador
Desembargador
NOTA DO EMPRESÁRIO ALEXANDRE AZEVEDO
A
respeito do incidente na Padaria Mercatto, envolvendo o Des. Dilermano Mota,
ocorrido no último domingo (29/12/2013), venho a público externar a minha
versão, objetivando esclarecer os fatos.
Por volta das 10 hs, estávamos, eu e minha
esposa, lanchando na Padaria quando presenciamos um senhor, que até então não
sabia de quem se tratava, levantar-se bruscamente de sua mesa e ir de encontro
ao garçom que acabara de servi-lo.
Este
senhor, aos gritos, no meio do salão, dizia ao garçom que este não o havia
atendido direito, deixando de colocar gelo em seu copo, e gritava pelo gerente,
exigindo que o punisse naquele momento, e ele queria presenciar.
Não
satisfeito com esse escândalo, este senhor puxou o garçom pelo ombro e exigiu
que lhe olhasse nos olhos e o tratasse como Excelência, e disse que deveria
“quebrar o copo em sua cara”. Tal fato foi testemunhado por dezenas de pessoas
que ali se encontravam.
Presenciando aquela agressão injustificada,
eu me levantei e intervi, dizendo ao senhor que ele não poderia fazer aquilo;
não poderia humilhar alguém que estava ali para servir.
Nesse
momento, o senhor se voltou contra mim, chamando-me de “cabra safado”,
“endiabrado”, “endemoniado”, que “merecia ser preso”, chegando, inclusive, a
pegar uma cadeira e dizer que iria “quebrar minha cara”, tendo sido contido por
várias pessoas.
Eu
repudiei a conduta deste senhor veementemente, perguntando quem ele pensava que
era e se não tinha vergonha de ofender seus semelhantes daquela forma.
O Desembargador Dilermano Mota,
identificando-se como tal, acionou a Polícia Militar, que deslocou
imediatamente quatro viaturas para atender o chamado, tendo, o oficial que
atendeu a ocorrência, depois de sondar as dezenas de pessoas que se aglomeravam
no salão da Padaria, identificado a inexistência de qualquer crime cometido por
mim.
Em
razão dos policiais não terem me prendido, o desembargador, aos gritos,
adjetivou-os de “um bando de cagão”.
Devo deixar claro que não conhecia o
Desembargador, tampouco o garçom. A minha atitude de revolta e indignação ao
presenciar uma profunda injustiça foi a de um cidadão consciente, como todos
devem ser.
E
teria a mesma reação, ainda que não se tratasse de um magistrado. Quem quer
respeito, se dá o respeito. Finalizo citando Darcy Ribeiro quando dizia “só há
duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar
nunca”.
Alexandre
Azevedo
Empresário
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