O número de vítimas mortais após os dois potentes terremotos que sacudiram a Venezuela na quarta-feira (24/6) continua aumentando.
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Nesta sexta-feira (26/6), estão confirmados aos menos 920
vítimas e mais de 3.000 feridos. E não há dúvida de que este desastre natural
representa um golpe devastador para um país mergulhado há anos na incerteza.
Menos de seis meses atrás, forças americanas
capturaram Nicolás Maduro, o líder de esquerda que governava o país desde 2013,
em uma incursão à sua residência presidencial em Caracas ao amanhecer. Ele foi
transportado para Nova York, nos Estados Unidos, para responder a acusações de
narcotráfico.
Desde então, a Venezuela é governada pela então
vice-presidente Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, para grande pesar dos
partidários da oposição. Eles esperavam que o governo Trump colocasse no poder
a líder opositora, María Corina Machado.
Rodríguez se dirigiu à nação
Visivelmente abalada, ela pediu, "antes de tudo",
união ao povo venezuelano, profundamente dividido há mais de uma década, entre
os apoiadores de Maduro e do seu predecessor e mentor, Hugo Chávez (1954-2013),
e seus opositores.
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Rodrigues declarou estado de emergência no país e
encarregou o general Juan Ernesto Sulbarán, comandante da Guarda Nacional da
Venezuela, de liderar a reação frente à crise.


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