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11 de out. de 2026

As urnas surpreenderam Lula e Allyson

A tão questionada e eficiente urna eletrônica surpreendeu quem vive desconectado da movimentação política e não atenta para a tendência do eleitorado. 

O desempenho expressivo da direita e a vitória de Flávio Bolsonaro no primeiro turno deixou Lula do PT de queixo caído. O líder esquerdista não enxergava a onda 22 avançando sobre ele. Agora tenta reverter a situação, missão quase impossível.

No RN, o ex-prefeito de Mossoró Alisson Bezerra sentia o cheiro da vitória no 1º turno, não via o concorrente no retrovisor. Quando abriu as urnas, viu Cadu de Lula lado a lado, digamos, de forma surpreendente, até mesmo para muitos que votavam nele.

SEGUNDO TURNO

Lula sabe que é sua última batalha. Enfrenta a maior rejeição popular, e tá igual a uma fera enjaulada, daqui para o dia 25 é capaz de tudo, até renunciar a candidatura, se soubesse que Alkmin, seu vice, tivesse chance de vencer.

Allyson tá numa sinuca de bico. Ainda tem boas chances, mas diferente de antes, seu barco não está de vento em popa. Tem de remar, correr atrás de apoios dos bolsonaristas. Pesa contra, essa resiliência em declarará voto para presidente.

Ora meu amigo, se o próprio Lula vem aqui e coloca Cadu debaixo do braço, implora o povo pra votar 13 13, o que Allyson tá esperando para assumir a bandeira de Flávio?

Parece lógico isso. Ficar neutro nessas condições pode custar caro. O que pode acontecer? Lula pode eleger Cadu, mesmo ele estando perdido. 

BANCADAS FORTES

Uma aliança de Allyson e o PL já garantia a eleição da Mesa Diretora na Assembleia Legislativa, juntando os deputados do PL e do União Brasil já teria maioria para eleger o presidente.

Isso sem falar que o partido de Allyson já apoia Flávio Bolsonaro e no RN o PL fez três deputados federais e quase puxou cabo Deyvson. Não é pouca coisa pra quem tá precisando vencer o mata-mata.

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